quarta-feira, 31 de março de 2010

copenhagem

Quando pensamos em atualidades não podemos descartar a crise do aquecimento global e suas possíveis consequencias em um futuro cada vez mais próximo. As reuniões em Copenhagen em 2009 apenas ensaiou a ansiedade de ambientalistas e ONGs voltadas para a proteção do meio ambiente e de um desenvolvimento sustentável para a humanidade.

As ações desprezíveis dos Estados Unidos e China, ambos os maiores poluidores mundias, revelou a negligência dos países desenvolvidos na redução de gases químicos que contaminam a nossa atmosfera desde 1930.

Uma das medidas a ser tomada com base no protocolo de Quioto que entrou em vigor em 2005 era promover o uso de fontes energéticas renováveis e também a preservação das florestas tropicais do mundo.

O papel do Brasil é essencial. Serve de fundamento como líder para os países em desenvolvimento, principalmente para China, Índia e Rússia, exigindo que as grandes potências cumpram as suas responsabilidades, alinhando uma transferência de recursos e tecnologia sustentável para os países mais pobres.

de existir uma nova estruturação no sistema político e social de cada país para que aconteca alguma mudança significativa na preservação e cuidado com o nosso meio ambiente. Criação de leis realmente sustentáveis e eficazes no combate a poluição e mais a concientização ambiental da sociedade. É necessário a construção de uma base intelectual nas pessoas que promova uma mudança inteligente em pró a preservação e cuidado com a natureza, levando em conta todos os mínimos detalhes. Água, saúde e educação a todos é um bom começo de infra-estrutura para os países em desenvolvimento na formação de pensadores e educadores no processo de ter um mundo mais limpo. Como preservar a vida se 44% dos brasileiros vivem abaixo da linha da pobreza?

A política capitalista de hoje em dia também deixa claro que é preciso um freio no crescimento da economia de alguns estados para produzir efeitos significativos na corrida contra o tempo de prevenir catástrofes futuramente. Como equilibrar a economia e ter mais a concientização de uma população desinformada?

Os primeiros passos foram tomados vagarosamente e todos ainda esperam a palavra final que impulssionará um mundo onde existam energias renováveis e empresas aderindo ao novo conceito ‘verde’.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

"L'union fait la force"



A história do mundo, por muitas vezes, nos parece ingrata e cruel. injustiçando imaculados e inocentando o poder do consumo, do ódio e da guerra. Até hoje a injustiça nos intriga com o bem e o mal da sociedade, forçando os mais fracos a se curvarem para o cifrão da ganância.
Há um outro lado em que o homem, muitas vezes culpado involuntariamente, sente-se inepto a tomar atitudes perante algum acontecimento. A tragédia no Haiti comoveu a humanidade. Contudo, nos abriu os olhos. E foi preciso cem mil para os donos do mundo notarem que o sofrimento no Haiti existia muito antes da catástofre que não só levou pedaços de concreto como aumentou a distância de uma política transparente. A tragédia que assolou o país mais pobre do Novo Mundo não foi a primeira nem será a última. A sociedade haitiana enfrenta terremotos diários com a desordem de seu sistema e os resquícios ditatoriais. Há sangue na imensidão azul do caribe. O mundo chorou ao perceber o estado de abandono em que os haitianos se encontravam.
"A união faz a força" é o lema da bandeira do Haiti. A aliança e a concórdia é o que traduz a vontade de viver que está nos olhos de seu povo, que mesmo entre o caos, cantarolam e ajudam o seu próximo.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

french canadian

we took a via rail to get there. wishes and i felt nervous before getting closer to our destiny. after leaving the train station we found out a portuguese, he managed a cab, don't remember as well and he guided us where was the metro, as per french canadian. in fact we were concerned about languages in montreal. we just got french stuff and french people, i felt in europe, indeed. montreal is the one of my chosen cities for my entire life. old streets and colorful houses aligned upon the floor. all of them reflected of mirrored buildings on saint catherine street. it's like black and white. old stuff and new stuff as well. people taking a rest in front of the modern art museum, reading and enjoying the common feast, normally on sundays overthere.
downtown is pretty, not huger than ontario's capital, toronto, but it's not goes to waste to check it out.there was a small store close to the hostel, an indian guy as usual wearing almost a broken glasses sold me some water, i have partied last night and my thirst was freaking me out, i got battery for my camera also, because would be a long fruitful day to take pictures. indeed i did not mention, i had a such perfect night in the day before. first time that i saw a strip house, gorgeous buddies dancing wearing just an underwear to cover up their hard cook. but people is weird overthere, they stare at you with a bad feeling, beats me! just left that place and walked until a line of people in a corner. unity was the name. barely four bucks to get in to the swing. we reached upstairs on the main dancefloor, it was crowded at all, everybody shaking up, it felt happy. we took the up floor to another area, with electronic music and we just step out to open-air area for a cigarette and more and more pretty faces up there.i met a spanish couple and a friend of them, from galicia also. we kissed on the stairs an had some fun on the dancefloor downstairs. i lost my buddies and i took some beer and i met a new guy, sebastian, from quebec city. he speaks spanish also, very well indeed. we stayed together all night long and also he invited me to go with him.
the club was over and after discussing with my friends where we should go that time, everybody wanted to go with their affairs. to be an one night stand guy, as usual. we took saint catherine again, but now going back home. the funniest scene that i ever saw that time. tarik under an umbrella with his boy waiting for us to decide what to do and even he wanted to take a picture of that. a freak homeless sold us a little fun for the next day. i knew a new guy on the street. no clue about the name, but i know that i kissed him somewhere. i got tipsy like always.

domingo, 12 de julho de 2009

hello humans

we are allowed to breath, at least. maybe not what people hear from a smoker guy, but thinking straight is what they should do. living abroad you get lot of new concepts and concerning also. signing out 'no smoking' might be, couple of times, a beginning of a new behavior, starting to follow up the rules and respecting others too. once in a bus stop, actually a non smoking area, i could saw people crossing the street just for a cigarette before taking the bus, for me it's just awesome. why skip this part? if we can, perhaps, be nicer than we used to. i did like that and my hands have the same color and i'm still alive. it's not harder than you humans thought. the new brazilian law is causing issues, mainly when it changes any routine. like a new brand, waiting for the customers to try it on before judging anything else. leaving our old part of life, turn left instead of right at new crossing, maybe. though it seems like a barely new law, under our knees and a new stuff to laugh. but the deal is, could we just say hello and get this like a new lifestyle or there's no way out to changes in brazil? i've seen it on the up north, in the top of the whole world. why not think ahead and make up our mind to the usual?